Formadores militantes debatem Reforma Trabalhista

Encontro integra o projeto “Formação de Formadores Continuado”

Escrito por: CUT-SP, com informações da Secretaria de Formação • Publicado em: 14/11/2017 - 14:43 Escrito por: CUT-SP, com informações da Secretaria de Formação Publicado em: 14/11/2017 - 14:43

CUT-SP

O grupo de Formadores Militantes da Central Única dos Trabalhadores de SP se reuniu nos dias 13 e 14 para debater a Reforma Trabalhista. A atividade teve o objetivo de multiplicar o tema nas atividades formativas do próximo período.

Com duração de dezesseis horas, a programação contou com a exposição da economista Marilane Teixeira, que fez uma análise sobre a conjuntura econômica nacional e pontuou a pressão dos empresários para a implementação da Lei 13.467/17 (Reforma Trabalhista), com vistas à redução do custo da mão de obra. “O objetivo dessa reforma não é modernizar as relações de trabalho, mas sim aumentar a lucratividade das empresas a partir da compressão dos direitos e dos salários”, comenta Marilane.

Para a secretária de Formação da CUT-SP, Telma Victor, “a Reforma Trabalhista, da forma como foi aprovada, não só reduzirá os gastos das empresas, mas também a renda do trabalhador e da trabalhadora e a arrecadação do Estado”.

Principais pontos

A equipe de formadores militantes da CUT-SP se debruçou sobre as principais mudanças nas relações de trabalho sobre o ponto de vista da contratação, representação sindical, negociação coletiva e acesso à Justiça do Trabalho. “Buscamos aprofundar estes pontos por meio de exemplos reais de situações que poderão se tornar a rotina da população trabalhadora brasileira”, conta Juliane Furno, educadora da Escola Sindical São Paulo.

Assuntos como trabalho intermitente, home office, terceirização, acesso limitado à Justiça do Trabalho, negociado sobre o legislado, representação sindical, dentre outros, foram amplamente debatidos pelo grupo formado por dirigentes e assessores de vários sindicatos filiados à Central.

Mobilização

Telma Victor falou também da importância da mobilização e da organização dos sindicatos nos locais de trabalho como forma de combater os efeitos negativos da Reforma Trabalhista. “A Reforma entrou em vigor numa conjuntura em que o número de desempregados é assustador, a crise econômica só aumenta e a credibilidade política do país está destruída. O movimento sindical tem o grande desafio de ampliar a organização nos locais de trabalho e garantir a unidade da classe trabalhadora para enfrentar o desmonte dos direitos trabalhistas, sociais e previdenciários”.

Título: Formadores militantes debatem Reforma Trabalhista, Conteúdo: O grupo de Formadores Militantes da Central Única dos Trabalhadores de SP se reuniu nos dias 13 e 14 para debater a Reforma Trabalhista. A atividade teve o objetivo de multiplicar o tema nas atividades formativas do próximo período. Com duração de dezesseis horas, a programação contou com a exposição da economista Marilane Teixeira, que fez uma análise sobre a conjuntura econômica nacional e pontuou a pressão dos empresários para a implementação da Lei 13.467/17 (Reforma Trabalhista), com vistas à redução do custo da mão de obra. “O objetivo dessa reforma não é modernizar as relações de trabalho, mas sim aumentar a lucratividade das empresas a partir da compressão dos direitos e dos salários”, comenta Marilane. Para a secretária de Formação da CUT-SP, Telma Victor, “a Reforma Trabalhista, da forma como foi aprovada, não só reduzirá os gastos das empresas, mas também a renda do trabalhador e da trabalhadora e a arrecadação do Estado”. Principais pontos A equipe de formadores militantes da CUT-SP se debruçou sobre as principais mudanças nas relações de trabalho sobre o ponto de vista da contratação, representação sindical, negociação coletiva e acesso à Justiça do Trabalho. “Buscamos aprofundar estes pontos por meio de exemplos reais de situações que poderão se tornar a rotina da população trabalhadora brasileira”, conta Juliane Furno, educadora da Escola Sindical São Paulo. Assuntos como trabalho intermitente, home office, terceirização, acesso limitado à Justiça do Trabalho, negociado sobre o legislado, representação sindical, dentre outros, foram amplamente debatidos pelo grupo formado por dirigentes e assessores de vários sindicatos filiados à Central. Mobilização Telma Victor falou também da importância da mobilização e da organização dos sindicatos nos locais de trabalho como forma de combater os efeitos negativos da Reforma Trabalhista. “A Reforma entrou em vigor numa conjuntura em que o número de desempregados é assustador, a crise econômica só aumenta e a credibilidade política do país está destruída. O movimento sindical tem o grande desafio de ampliar a organização nos locais de trabalho e garantir a unidade da classe trabalhadora para enfrentar o desmonte dos direitos trabalhistas, sociais e previdenciários”.



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