Professores farão assembleia e paralisação no dia 15 por reajuste salarial

Categoria pede reajuste emergencial de 24% para repor as perdas salariais desde 2014

Escrito por: Redação - CUT São Paulo • Última modificação: 15/09/2017 - 21:20 • Publicado em: 11/09/2017 - 17:16 Escrito por: Redação - CUT São Paulo Publicado em: 11/09/2017 - 17:16 Última modificação: 15/09/2017 - 21:20

Divulgação

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) convoca assembleia e paralisação que cobra do governo Geraldo Alckmin (PSDB) reajuste salarial da categoria. A chamada está programada para o dia 15, sexta-feira, às 14h30 na Praça da República.

Na pauta, os professores cobram reajuste emergencial de 24% para repor as perdas salariais desde julho de 2014, o cumprimento da liminar da Justiça que obriga o governo a pagar 10% de reajuste para toda a categoria, de ativos e aposentados, e o também cumprimento da Meta 17 do Plano Estadual de Educação, que trata sobre a equiparação salarial com demais profissionais com formação equivalente.

“Queremos uma assembleia que mostre para esse governador que não aceitaremos essa situação de caos que está a educação pública do estado de São Paulo, o desrespeito com os professores, assim como queremos garantir todos os direitos deles. E só tem um jeito, que é ir pra rua”, disse ao canal da Apeoesp no YouTube, Maria Izabel Noronha, presidenta da entidade.

Entre outras reinvindicações da categoria estão a convocação de todos os concursados da educação básica I e II, o não fechamento e superlotação de classes, com limite máximo de 25 estudantes por classe, e a extensão dos direitos da categoria F para os atuais professores da categoria O.

Título: Professores farão assembleia e paralisação no dia 15 por reajuste salarial, Conteúdo: O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) convoca assembleia e paralisação que cobra do governo Geraldo Alckmin (PSDB) reajuste salarial da categoria. A chamada está programada para o dia 15, sexta-feira, às 14h30 na Praça da República. Na pauta, os professores cobram reajuste emergencial de 24% para repor as perdas salariais desde julho de 2014, o cumprimento da liminar da Justiça que obriga o governo a pagar 10% de reajuste para toda a categoria, de ativos e aposentados, e o também cumprimento da Meta 17 do Plano Estadual de Educação, que trata sobre a equiparação salarial com demais profissionais com formação equivalente. “Queremos uma assembleia que mostre para esse governador que não aceitaremos essa situação de caos que está a educação pública do estado de São Paulo, o desrespeito com os professores, assim como queremos garantir todos os direitos deles. E só tem um jeito, que é ir pra rua”, disse ao canal da Apeoesp no YouTube, Maria Izabel Noronha, presidenta da entidade. Entre outras reinvindicações da categoria estão a convocação de todos os concursados da educação básica I e II, o não fechamento e superlotação de classes, com limite máximo de 25 estudantes por classe, e a extensão dos direitos da categoria F para os atuais professores da categoria O.



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