Sifuspesp e Sindsaúde negociam, na Alesp, reajuste para o funcionalismo público

Representantes sindicais estiveram em reunião de negociação com o líderes de bancadas

Escrito por: Sifuspesp • Publicado em: 08/03/2018 - 12:13 Escrito por: Sifuspesp Publicado em: 08/03/2018 - 12:13

Divulgação

Na tarde de quarta-feira (7), integrantes do Sifuspesp e Sindsaúde estiveram novamente na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) articulando e pressionando os deputados da base do governador Geraldo Alckmin (PSDB) a votar favoravelmente à emenda proposta em decorrência de diversos ofícios dos sindicatos da categoria, que requer elevação de 7% nos salários e fim do teto indexador do vale-alimentação para todos servidores do estado.

Os representantes sindicais estiveram em reunião de negociação com o líder da bancada governista Barros Munhoz (PSDB) e com o líder da bancada petista Alencar Santana. O encaminhamento desta reunião para todo o funcionalismo público foi a declaração de Munhoz, comprometendo-se a encaminhar ao governador pedido de reajuste de 7%. A pressão e articulação sindical junto aos deputados desde o ano passado tem gerado mudanças na postura da bancada governista, sobretudo em ano eleitoral.

O Sifuspesp já havia participado na terça-feira, 6, de um diálogo com representantes da bancada do PT na Alesp para aglutinar forças em torno dessa pauta e fazer com que os trabalhadores penitenciários tenham neste ano, senão a reposição das perdas inflacionárias dos últimos anos (nossa reivindicação principal), ao menos um reajuste digno e condizente com a realidade de abandono que o sistema prisional vem atravessando. 

O projeto original de Alckmin prevê que o reajuste ao conjunto dos servidores deve ser de apenas 3,5%, com a concessão de 4% somente para os policiais militares e civis e de 7% para os professores efetivos da rede pública. O Sifuspesp entende que somente um aumento isonômico neste momento pode significar algum tipo de avanço para que, em breve, a categoria possa finalmente ter recuperadas suas perdas inflacionárias.

Parte dos deputados estaduais da base aliada do governo tem nos bastidores manifestado posição favorável a pressão sindical e da oposição.

Título: Sifuspesp e Sindsaúde negociam, na Alesp, reajuste para o funcionalismo público, Conteúdo: Na tarde de quarta-feira (7), integrantes do Sifuspesp e Sindsaúde estiveram novamente na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) articulando e pressionando os deputados da base do governador Geraldo Alckmin (PSDB) a votar favoravelmente à emenda proposta em decorrência de diversos ofícios dos sindicatos da categoria, que requer elevação de 7% nos salários e fim do teto indexador do vale-alimentação para todos servidores do estado. Os representantes sindicais estiveram em reunião de negociação com o líder da bancada governista Barros Munhoz (PSDB) e com o líder da bancada petista Alencar Santana. O encaminhamento desta reunião para todo o funcionalismo público foi a declaração de Munhoz, comprometendo-se a encaminhar ao governador pedido de reajuste de 7%. A pressão e articulação sindical junto aos deputados desde o ano passado tem gerado mudanças na postura da bancada governista, sobretudo em ano eleitoral. O Sifuspesp já havia participado na terça-feira, 6, de um diálogo com representantes da bancada do PT na Alesp para aglutinar forças em torno dessa pauta e fazer com que os trabalhadores penitenciários tenham neste ano, senão a reposição das perdas inflacionárias dos últimos anos (nossa reivindicação principal), ao menos um reajuste digno e condizente com a realidade de abandono que o sistema prisional vem atravessando.  O projeto original de Alckmin prevê que o reajuste ao conjunto dos servidores deve ser de apenas 3,5%, com a concessão de 4% somente para os policiais militares e civis e de 7% para os professores efetivos da rede pública. O Sifuspesp entende que somente um aumento isonômico neste momento pode significar algum tipo de avanço para que, em breve, a categoria possa finalmente ter recuperadas suas perdas inflacionárias. Parte dos deputados estaduais da base aliada do governo tem nos bastidores manifestado posição favorável a pressão sindical e da oposição.



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